11 de abril de 2016

Making an update

Gostava de poder dizer que tenho andado desaparecida porque estou imersa na leitura de todos os livros que tenho na minha lista.

Mas não.

Andei desaparecida devido à mudança de habitat (já estava na altura, não?) e como todas as mudanças há sempre um não-sei-quê de caos à mistura. Primeiro, não há sítio onde por as coisas, segundo, a forma como está arrumado não é funcional e, por fim, pedidos a uma entidade superior acerca do motivo que levou o construtor da casa a não fazer uma despensa. Enfim, as delícias das mudanças.

Ao fim de uma semana, consegui finalmente arrumar tudo (duas semanas se considerarmos que os meus bem-amados livros tiveram de aguardar pela casa deles). Entretanto, nas semanas que se seguiram, já reorganizei tudo de novo e considero que ainda não está bem como eu quero.

Visto que estou de férias tenho tido mais do que tempo para as arrumações, experiências culinárias, elaboração de puzzles e visualização de uma quantidade anormalmente grande de tv (tendo em conta que antigamente nem tinha tv, é de estranhar).

E as leituras? Pois... A lista dos livros para ler continua na mesma (à excepção de alguns livros que conseguiram enganar a minha carteira e fizeram o seu caminho até à estante). Não foi falta de tempo nem de vontade. Foi pura teimosia. Considerando que meti na cabeça que tenho de ler o Memorial do Convento para o exame nacional, não hei-de pegar noutro livro enquanto não acabar este.

A boa notícia é que nos últimos dias li mais páginas deste livro do que em meses inteiros! A má notícia é que com esta leitura toda vou apenas na página 106 de 357. Frustrante.

Vou voltar para a minha frustração. =(

5 de fevereiro de 2016

Simplicity

“If money truly buys happiness, then politicians and CEOs should be dancing in the streets. But only poor kids do that.
If power ensures security, then presidents and kings should walk unguarded. But only those who live simply can sleep soundly.
If beauty and things bring ideal relationships then celebrities should have the best marriages. But it’s not the truth.
Simplicity leads the world.”
 



Kelsey Ayikoru Sabo

25 de novembro de 2015

Anti-Social?

Alguém me disse uma vez que ler livros me tornavam anti-social. Fiquei chocada. Mas vindo de uma pessoa que não gostava de ler, diminui o choque para metade.

Não considero que ler torne uma pessoa anti-social, mas sim selectiva daquilo que interessa. O meu exemplo, ou seja, aquilo que acontece comigo, estou à espera do autocarro, leio um livro. Estou na sala de espera para uma consulta, leio um livro. Não tenho nada com que me ocupar, leio um livro. Se o livro for bom o suficiente, porque não ficar a lê-lo o dia todo? Ah pois, uma pessoa tem de trabalhar, senão não há dinheiro para mais livros.

Voltando à questão de um livro tornar uma pessoa anti-social, estar agarrado ao telemóvel não é ser anti-social também? Se não ignoramos a pessoa que está ao nosso lado com um livro, ignoramos agarrados ao telemóvel. A ver o Facebook dos amigos, a ver vídeos ou mesmo a jogar. Então qual é a diferença? Porque é que não posso ser anti-social da forma que me dá mais prazer, se hoje em dia o ser humano é cada vez menos um ser social?

Estas são as vantagens do meu método de eleição para ser anti-social:
  • melhoro o meu vocabulário, seja em português, inglês ou outra língua qualquer em que se encontre o livro;
  • liberto a minha imaginação, ao criar cenários e personagens na minha cabeça e é como se estivesse a viver a história;
  • relaxo do stress que acompanha a vida todos os dias;
  • e agradeço à pessoa que teve a incrível ideia de criar uma história que me envolve e me deixa uma anti-social feliz.


Ler livros torna-nos anti-sociais? Então ainda bem que somos muitos a ser anti-sociais.

3 de outubro de 2015

Let's Party!!!


City of Glass

One down, 80 something to go (eu devia ter vergonha...)


Mas se continuar a este ritmo acho que consigo lê-los todos antes do 30! Se não comprar mais nenhum, entretanto...

Passando ao livro em questão:






É o terceiro livro da colecção "The Mortal Instruments", que inclui os seguintes títulos (em Inglês): City of Bones, City of Ashes, City of Glass, City of Fallen Angels, City of Lost Souls e City of Heavenly Fire.

Este livro tem algumas partes do estilo "estava a ver que nunca mais" ou "eu sabia que isto ia acontecer" e ainda tem uma parte que é "oh, nem acredito que isto aconteceu". Estas foram as minhas expressões durante a leitura.

Aqui já sabemos que a Clary tem um poder específico e que o Jace é irmão dela. Também se sabe do livro anterior que alguém sabe como acordar a mãe de Clary. É muito "saber" junto. Spoiler Alert: o único livro até agora em que aparecem os três instrumentos mortais juntos.

Enfim, mais não digo. Se alguém quiser saber mais, tem duas opções: ler o livro ou ir à wikipédia, que é uma excelente fonte de spoilers.

Agora vou ali ler um livro e já volto.




26 de setembro de 2015

Mary Poppins

Já acabei de ler este há algum tempo. Mas só agora é que vou colocar aqui.




Quem não se lembra da Julie Andrews a cantar aquela música estranha, o "Supercalifragilisticexpialidocius"? Pois é. Essa palavra não aparece uma única vez no livro. Longe de mim dizer que a adaptação ao filme foi mal feita. Nada disso. Gosto muito do filme e gosto muito do livro.

O livro é uma espécie de colecção de histórias que envolvem a Mary Poppins desde o momento em que ela se torna ama de Michael, Jane e os gémeos (não me lembro se os gémeos aparecem no filme).

Apesar de ter sentido falta do "Supercalifragilisticexpialidocius", achei o livro divertido de ler. Aconselho.