8 de agosto de 2015

O Comboio das 16h50

Como eu adoro Agatha Christie! Até agora não consegui encontrar nenhum escritor de policiais como ela.

Fica-se quase até ao último capítulo sem saber quem é o assassino. E por vezes só mesmo no fim é que se sabe.






Acabei de ler este ontem. Há uma mulher que testemunha um assassinato num comboio e quando tenta contar a sua história ninguém acredita nela, à excepção de Miss Marple. Como conhecedora da natureza humana, Miss Marple consegue descobrir o assassino e os seus motivos. E mais não digo porque daqui a pouco digo que o assassino foi o Coronel Mustard, na estufa com o candelabro. Oops!

De Agatha Christie estava mais familiarizada com o Monsieur Hercule Poirot, mas devo dizer que a Miss Jane Marple também é uma personagem bem interessante. Gostei muito do livro.

Herdeiros do Ódio - Timeout

Eu bem que tentei, mas não me sinto sintonizada para este livro.






Várias vezes peguei nele para largar ao fim de 5-6 páginas. Quando peguei no livro pela primeira vez, fiquei interessada na história, mas durante a leitura fui perdendo a vontade (o que é raro acontecer). Na parte onde vou, a história tornou-se bastante negativa e o facto de usarem Deus como um Ser vingativo não é ideia que me estimule a leitura. (Um pequeno aparte: acredito num ser superior, mas não lhe dou um nome específico, por mim pode ser Deus, Alá, Rá, o que for, de qualquer forma não acredito que sejam entidades vingativas.)

Quem sabe um dia consiga terminar de ler, por enquanto vai ficar em standby.

6 de agosto de 2015

Confere...

... São mais que as mães.

Àquela pessoa que disse que eu emprestava 500 livros de cada vez (devo ter cara de biblioteca), lamento mas eu não posso emprestar essa quantidade de livros de uma só vez.
Numa tarefa árdua de fazer uma lista de livros (dividida em duas partes para não me cansar muito) contei 216 livros...


... e não estão todos. AHAHAH!! xD



5 de agosto de 2015

Eu devia ter vergonha...

Pois devia...

Já passou mais de um mês desde a última actualização e ainda estou a ler os mesmos livros (inclusivé comecei mais dois, ahahah). Shame on you!

Não deixei de ler, pelo contrário, não só continuei a ler como fiquei um pouco viciada em fanfictions. Para quem não sabe, fanfictions são histórias criadas por fãs a partir de histórias que já existem. Tenho de admitir que há muitos bons escritores por aí. Quem sabe um dia ganho coragem e escrevo qualquer coisa.

Agora vou por a minha leitura (a que está em suporte de papel) em dia. Além daqueles livros, que estão no quadradinho da direita, também comecei a ler "Mary Poppins" de P. L. Travers e "O Comboio das 16h50" de Agatha Christie. A minha sorte é que não confundo as histórias. =)

Mas antes da leitura, se calhar é melhor ir despachar-me para o trabalho.

Leio no autocarro.

É melhor.

Definitivamente.

19 de junho de 2015

Villette

Uma das autoras clássicas que gosto bastante de ler é Charlotte Brönte.






Apesar de estar escrito na capa "É o melhor romance de Brönte", lamento discordar. De todos os que li desta autora, e na minha opinião, o melhor ainda é a "Jane Eyre".
Este livro conta a história de Lucy, que é uma professora de Inglês num colégio de jovens, em Villette. Acho que se pode dividir os livro em duas partes: pré-Villette e pós-Villette. Na primeira parte, conhecemos as pessoas mais próximas de chamar família de Lucy (que é orfã), na segunda (cerca de 10 anos depois), já em Villette, como Lucy se volta a cruzar com algumas dessas pessoas. Em certos casos, a narradora (Lucy) vai falando das pessoas, ocultando propositadamente a sua identidade.
Gosto deste livro, mas quem já leu "O Professor" da mesma autora, vai encontrar algumas semelhanças na história.
O final deixou-me triste, devido ao desaparecimento de uma personagem que não se gosta ao início, mas que ao longo da história se torna quase um amigo nosso.
O que me custou mais na leitura deste livro e que me levou a interrompê-lo por duas vezes (uma das quais nem me lembrava que não o tinha lido todo) foi o facto de ser muito introspectivo. Lucy Snowe disseca as situações e emoções ao longo do livro. Dá quase a sensação de que estamos a passar pelo mesmo que ela.

Para quem gosta das irmãs Brönte é um bom livro, a forma como foi escrito e a linguagem utilizada, lembra-me o motivo pelo qual adoro os clássicos. Têm uma linguagem mais cuidada e respeitosa. Para quem não gosta de calhamaços, é possível que seja um pouco aborrecido.

De qualquer forma, aconselho.

E assim, ficam apenas três livros a serem lidos ao mesmo tempo. =)